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Oficinas 16/10

Oficina - Geometria, Impressão 3D e Thinkercad
Geometria, Impressão 3D e Thinkercad
Carmen Mathias (UFSM)
Data: 16/10

Resumo:A matemática é amplamente reconhecida por seu caráter teórico e abstrato. Quando se trata de Geometria Espacial, é comum que professores e alunos recorram à representação das formas tridimensionais no plano, conforme a abordagem tradicional. No entanto, alguns educadores têm buscado estratégias mais concretas, utilizando materiais manipulativos ou recursos digitais, como os oferecidos por softwares matemáticos, a exemplo do GeoGebra.

Com o avanço das tecnologias, a impressão 3D tem se destacado como uma ferramenta inovadora na pesquisa científica e no desenvolvimento educacional. Nesse cenário, esta oficina tem como objetivo apoiar professores da Educação Básica, com ou sem acesso direto a uma impressora 3D, que ainda não dominam essa tecnologia. A proposta é apresentar o processo de criação de modelos tridimensionais por meio do aplicativo Tinkercad, facilitando sua aplicação pedagógica.

Além disso, serão compartilhados exemplos de materiais já impressos em 3D, evidenciando como esses recursos podem contribuir para o ensino da Geometria Espacial de maneira mais concreta, dinâmica e alinhada às demandas contemporâneas da sala de aula.

Oficina - Minha turma tem estudantes apoiados pela Educação Especial: e agora?
Minha turma tem estudantes apoiados pela Educação Especial: e agora?
Clelia Nogueira (UEM)
Data: 16/10
Resumo: Promover discussões sobre as possibilidades de um ensino de Matemática em uma perspectiva inclusiva,a partir de tarefas pensadas para estudantes surdos, buscando favorecer o acesso ao saber matemático de cada um dos estudantes presentes em sala de aula.
Oficina - O Enade das licenciaturas: ‘solução’ para melhorar a aprendizagem de matemática?
O Enade das licenciaturas: ‘solução’ para melhorar a aprendizagem de matemática?

Mauro Rabelo
(UnB)
Data: 16/10
Resumo: A avaliação da aprendizagem é tema que, além de representar uma preocupação quase que universalmente presente nos debates sobre educação, revela uma unanimidade: sua operacionalização é muito complexa, especialmente na era de grande ascensão da inteligência artificial. A visão que o professor tem a respeito do processo relaciona-se diretamente com sua concepção de educação. A tarefa que é deixada ao docente, o qual, muitas vezes, acaba assumindo o papel de juiz, com o poder de absolver ou de condenar, de aprovar ou reprovar, de posse de um instrumento tão poderoso – a prova –, traz em si uma série de contradições, que decorrem, especialmente, de visões diferentes do que seja o ato de ensinar. Na educação básica, o cenário do ensino e da docência em matemática é preocupante. Só 3,1% dos alunos brasileiros entre 15 e 16 anos e de baixo nível socioeconômico alcançam aprendizado adequado nessa disciplina. Soma-se a esse dado alarmante uma taxa de desistência de 70% nos cursos de graduação em matemática. E mais: apenas um terço dos formados ingressa na carreira docente. Dados de 2022 mostram que o déficit de professores na educação básica brasileira pode chegar a 235 mil até 2040. Causas: desinteresse dos jovens pela carreira, envelhecimento do corpo docente e abandono da profissão por condições precárias de trabalho. Um novo exame criado pelo INEP/MEC em 2024 pretende enfrentar o problema: o Enade das Licenciaturas. Quais são seus limites e potencialidades? Nesta oficina, vamos explorar a metodologia de construção de itens de avaliação de competências e os conceitos a ela relacionados, aprofundando nas sutilezas inerentes aos processos de avaliação educacional e explorando a proposta subjacente ao Enade das Licenciaturas na área de Matemática. Será utilizado o modelo de oficina/workshop, para tornar mais ativa a aprendizagem.
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Oficina - Ensino de Números a partir de uma Perspectiva de Matemática Problematizada
Ensino de Números a partir de uma Perspectiva de Matemática Problematizada
Victor Giraldo (UFRJ)
Data: 16/10
Resumo: No Laboratório de Práticas Matemáticas do Ensino – LaPraME, grupo de pesquisa em formação
de professores vinculado ao Programa de Pós-Graduação em Ensino de Matemática da UFRJ (PEMAT), temos desenvolvido pesquisas referenciadas na perspectiva de matemática problematizada (e.g. Giraldo e Roque, 2021). Segundo essa perspectiva, os constituintes fundamentais do conhecimento matemático são os problemas, e não suas eventuais soluções. Portanto, em ambientes de sala de aula, dúvidas e questionamentos não são interpretados como expressões de uma falta de conhecimento, e sim como o saber em si, como aberturas de possibilidades para outros conhecimentos. Neste minicurso, discutiremos alguns aspectos da perspectiva de matemática problematizada, e exploraremos seus desdobramentos para a formulação de abordagens para o ensino de números (naturais, inteiros, racionais e reais) no ensino fundamental e no ensino médio, construídas com base na legitimação de questionamentos comuns, tais como: Por que as frações também são números? Por que os números negativos também são números? Como sabemos que existe? 0,999… é menor que 1 ou igual a 1? O número tem um valor exato? Quanto é ?
Oficina - Explorando a combinatória e a probabilidade: Descobrindo a beleza de problemas clássicos e suas soluções
Explorando a combinatória e a probabilidade: Descobrindo a beleza de problemas clássicos e suas soluções
Fernando Viana (UFPB)
Data:  16/10
Resumo: A Combinatória e a Probabilidade revelam a beleza e a profundidade da matemática ao explorar situações que desafiam tanto a lógica quanto a intuição. Este minicurso propõe uma jornada instigante por três problemas emblemáticos que ilustram de forma notável essa riqueza conceitual. Iniciamos com o Problema da Agulha de Buffon, uma surpreendente conexão entre geometria e acaso, considerada uma das primeiras tentativas de estimar o número π por métodos probabilísticos. Em seguida, mergulharemos no Paradoxo de Monty Hall, um problema simples em aparência, mas que transforma radicalmente nossa percepção de escolha e informação. Por fim, abordaremos o Dilema dos Prisioneiros, clássico da teoria dos jogos, que convida à reflexão sobre cooperação, racionalidade e tomadas de decisão em cenários estratégicos.
Mais do que curiosidades matemáticas, esses temas oferecem oportunidades valiosas de discussão em sala de aula e ampliam o repertório didático dos professores, tornando-se essenciais para quem deseja ensinar matemática de forma crítica, envolvente e significativa

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Oficinas 17/10

Oficina - Práticas Pedagógicas Colaborativas: O Teaching Research Group no Ensino de Matemática
Práticas Pedagógicas Colaborativas: O Teaching Research Group no Ensino de Matemática
Marcela Luciano Vilela de Souza (UFTM)
Rubens Lopes Netto
Silmara Louise da Silva
Data: 17/10
Resumo: Esta oficina é baseada em uma experiência vivenciada por professores que atuam no ensino de
Matemática, durante um intercâmbio realizado em Xangai, China, promovido pela OPMbr (Olimpíada Brasileira de Professores de Matemática do Ensino Médio). O programa proporcionou uma imersão nas práticas pedagógicas adotadas em escolas e universidades locais, com destaque para o método do Teaching Research Group (TRG), uma metodologia de ensino que envolve colaboração entre professores na preparação e análise de aulas, com o objetivo de aprimorar a qualidade do ensino. A oficina será dividida em duas etapas: apresentação do TRG, seguida por planejamento coletivo de aulas organizadas por níveis da Educação Básica e eixos da BNCC; e aplicação prática, com dinâmicas imersivas à metodologia do TRG. A atividade proposta visa promover a reflexão crítica sobre estratégias de ensino, dificuldades dos alunos e possibilidades de aprimoramento. Ao final, espera-se que os participantes compreendam como o TRG pode fortalecer a prática docente no Brasil, incentivando metodologias mais dinâmicas e colaborativas em suas práticas.
Oficina - Práticas de Aprendizagem Profissional em Geometria: Explorando Tarefas Matemáticas

Práticas de Aprendizagem Profissional em Geometria: Explorando Tarefas

Matemáticas

Raquel Dorr (UnB)
Data: 17/10

Resumo:

A literatura recente sobre a formação docente tem evidenciado que a aprendizagem profissional dos professores de Matemática da Educação Básica se constrói, fundamentalmente, na prática, atravessando momentos significativos de planejamento e reflexão. Com base nessa perspectiva, esta oficina tem como propósito proporcionar aos participantes a vivência de uma tarefa matemática no campo da Geometria, ancorada na abordagem do Ensino Exploratório, visando fomentar tanto o desenvolvimento da aprendizagem profissional quanto o fortalecimento da aprendizagem dialógica. Além

disso, busca-se promover reflexões críticas acerca dos conhecimentos matemáticos e didáticos essenciais à formação e à prática de professores e futuros professores.

Oficina - Você conhece os primos de Germain?
Você conhece os primos de Germain?
Cecília Fernandez (UFF)
Data: 17/10
Resumo: Sophie Germain (1776-1831) foi uma matemática francesa que fez grandes contribuições nas áreas de Matemática e Física. Na Matemática, ela se destacou em Teoria dos Números. De fato, Sophie fez importantes contribuições para a prova do Último Teorema de Fermat , que pode ser enunciado da seguinte forma: não existem soluções inteiras positivas para x, y, z tais que xn + yn = zn, sendo n um número inteiro maior do que 2. Ela provou o Último Teorema de Fermat para certos valores de n. Mais precisamente, seja p um número primo tal que 2p+ 1 é um número primo. Se existem soluções inteiras positivas x, y, z para a equação xp + yp = zp, então x, y ou z deve ser um múltiplo de p. Esse resultado é conhecido como Teorema de Sophie Germain. Um tal número primo p é chamado de primo de Germain. Nesta oficina vamos apresentar algumas atividades para que professores da Educação Básica possam trabalhar os conceitos de números primos tendo como motivação o Teorema de Sophie Germain e, assim, consequentemente, dar visibilidade ao trabalho de mulheres que atuaram e que atuam em Matemática.
Oficina - Oficina de Programação no Scratch
Oficina de Programação no Scratch
Paulo Caetano (UFSCar)
Data: 17/10
Resumo: Nesta oficina vamos utilizar a programação básica do Scrath (https://scratch.mit.edu/) para confeccionar jogos e atividades voltadas para o ensino básico de Matemática.
Oficina - O Teorema Fundamental da Álgebra Uma Abordagem Cinematográfica
O Teorema Fundamental Da Álgebra Uma Abordagem Cinematográfica
Felipe Acker (UFRJ)

Data: 17/10

Materiais da Oficina

Resumo: Embora tenha praticamente desaparecido dos programas de ensino médio, o TFA ainda paira sobre as cabeças, sobrevive dentro de algumas delas, como um fantasma, uma lenda: existe um lugar misterioso, habitado por seres imaginários, complexos, onde todos os polinômios, mesmo os de graus superiores ao número de átomos do universo, todos, absolutamente todos, têm raiz. Esta oficina é um passo rumo à realização de um sonho. Que todas as professoras, todos os professores de Matemática que professam Brasil adentro possam se sentir seguros e, a cada vez que a lenda seja mencionada, possam sorrir e dizer: sim, é verdade, eu estive lá e vi. Mais do que oTeorema, importam nesta oficina os métodos, as ideias que a demonstração do TFA envolve: mais do que as contas, as imagens que se mexem; mais do que demonstrar, convencer-se. Se o TFA pode continuar ausente do ensino médio sem que alguém de fato se importe, as ideias que abordaremos, estas não, estas sim, é certo, serão um dia ensinadas no ensino fundamental, na educação infantil, a todas as crianças.

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Oficinas 18/10

Oficina - Equações Funcionais em Olimpíadas de Matemática
>Equações Funcionais em Olimpíadas de Matemática
Ana Paula Chaves (UFG)
Data: 18/10

Resumo:

Nesse encontro, abordaremos um dos tópicos mais criativos e instigantes da matemática olímpica: as equações funcionais, isto é, equações nas quais a incógnita é uma função, e que envolvem condições do tipo f(x+y) = f(x)+f(y), entre outras. Esse tipo de problema exige raciocínio lógico, experimentação e, muitas vezes, estratégias pouco convencionais.
Durante a oficina, resolveremos juntos uma seleção de problemas extraídos de diversas olimpíadas de matemática, tanto nacionais quanto internacionais, com diferentes níveis de dificuldade. A ideia é explorar técnicas, padrões e ideias-chave que ajudam a atacar esse tipo de questão com mais segurança.

Durante a oficina, resolveremos juntos uma seleção de problemas extraídos de diversas olimpíadas de matemática, tanto nacionais quanto internacionais, com diferentes níveis de dificuldade. A ideia é explorar técnicas, padrões e ideias-chave que ajudam a atacar esse tipo de questão com mais segurança.

Oficina - Construindo e Visualizando Figuras Planas e Espaciais no Python
Construindo e Visualizando Figuras Planas e Espaciais no Python
Vinicius Rispoli (UnB)
Data:18/10
Resumo: Nesta oficina prática, introdutória e dinâmica, você vai aprender a construir e visualizar polígonos e poliedros utilizando Python e a biblioteca Plotly. Exploraremos, de maneira acessível e sem necessidade de experiência prévia em programação, como desenhar figuras planas (como triângulos, retângulos, polígonos regulares e circunferências) e sólidos geométricos (como prismas, pirâmides, tetraedros e octaedros) de forma interativa e visualmente atraente. O foco será o uso do Plotly, uma ferramenta poderosa para criar gráficos e formas 2D e 3D, ideal para o ensino de matemática. Ao final da oficina, você estará apto a criar figuras matemáticas personalizadas e levar recursos visuais inovadores para suas aulas ou estudos, facilitando a compreensão de conceitos geométricos.
Oficina - Pensando no Infinito
Pensando no Infinito
Paulo Dattori (ICMC/USP)
Data: 18/10
Resumo: Nesta oficina iremos tratar de algumas propriedades do conjunto dos números reais R. Em especial, dos subconjuntos infinitos de R. Sabemos que N ⊂Z ⊂ Q ⊂ R e que cada um deles é um conjunto infinito. O que podemos dizer sobre esses conjuntos infinitos? O que nos faz diferenciar um conjunto finito de um infinito? Os infinitos são iguais? Vamos explorar os conceitos de cardinalidade e enumerabilidade. Embora o tema seja suficientemente abstrato e delicado, vamos dar um tratamento mais intuitivo e procurar relacionar com possibilidades de aplicação na sala de aula.
Oficina - Jogos para exploração e desenvolvimento do raciocínio visuoespacial: compartilhando materiais (re)produzidos em ambiente maker
Jogos para exploração e desenvolvimento do raciocínio visuoespacial: compartilhando materiais (re)produzidos em ambiente maker

Claudiomir Feustler Rodrigues de Siqueira – IFRS Campus Canoas

Diego Eduardo Lieban – IFRS Campus Bento Gonçalves

Eduardo Meliga Pompermayer – IFRS Campus Canoas

Data:18/10
Resumo: A integração de jogos na Educação Matemática constitui uma estratégia importante para favorecer a aprendizagem ativa e o engajamento dos estudantes. Esta oficina apresentará jogos com dinâmicas envolventes, que estimulam a comunicação, o trabalho colaborativo e o desenvolvimento do pensamento matemático, transformando a aprendizagem em uma experiência lúdica e ativa de pensar matemático. Serão apresentados jogos que rompem com a dinâmica dos habituais exercícios disfarçados ou focados na memorização, enfatiza-se aqui aqueles que promovem o raciocínio visuoespacial e a exploração de conceitos matemáticos de maneira interativa. Durante a oficina, os participantes terão contato com materiais desenvolvidos no LabMaker (IFRS – Campus Canoas) e no Pipa IFmakeRS (IFRS – Campus Bento Gonçalves), produzidos com cortadora a laser e impressora 3D. Haverá, também, espaço para reflexão sobre estratégias de adaptação e replicação desses jogos em diferentes contextos escolares, uma vez que os arquivos já foram disponibilizados de forma open source. Entre os materiais a serem explorados estão os jogos: La Boca, Quebrando o Código (Break the Code), Perspectiva (Break the Cube), Onitama e Orapa Mine, além dos puzzles Calendário, Genius Square e Hiding Blocks..